O presente blog tem o
intuito de apresentar mesmo que brevemente o livro Vidas Desperdiçadas escrito
pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman. Após, centraremos nossas discussões
no capítulo 4 do livro, intitulado: A cultura do lixo , onde
destacaremos sua relação com os demais capítulos apresentados e
refletindo-o com o todo. Desta forma o autor nos leva a
refletir criticamente sobre o cenário que se encontra nosso mundo, a
fim de recuperar uma perspectiva humanista do universo social.
Vivemos
a Era Líquida, Modernidade
líquida, onde o mundo todo está em constante transformação. E Bauman
caracteriza o instante presente como uma espécie de recitação da
transitoriedade, da redundância, da descartabilidade, do imediatismo.
Hoje
sabemos que as pessoas buscam viver de acordo com seus princípios, valores,
pensando em ética e moral, que são frutos da modernidade, do estruturalismo,
onde a razão e racionalidade são postos em suas cabeças como o caminho.
Diante
do exposto Silva (2011, p.112) afirma que:
[...]
Tanto as estruturas estatais quanto as estruturas organizacionais das empresas
capitalistas, supostamente construídas e geridas de acordo com os critérios da
razão e da racionalidade, produzem apenas sofrimento e infelicidade [...].
A
geração “X” destacada no livro começou suas frustrações com a globalização nos
anos 70 e 80. E depois disso quais gerações estão vivendo os efeitos, pagando o
preço, de viver a época da pós-modernidade?
O
grupo começou discutir de qual geração somos frutos? Nos anos 90 começou a
geração “Y” e nos anos 2000 geração “Z”.
De
qual geração você é?

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